
A g n u s D e i
O HOMEM CAÍDO NÃO PODE REDIMIR-SE A SI PRÓPRIO
Enviado por: Dercio Antonio Paganini

Assim ensina o Concílio de Trento (1545-1563), sob Paulo III (1534-1549):
"[Que os homens caídos] eram de tal forma escravos do pecado que se achavam sob a
servidão do demônio e da morte, que nem os gentios poderiam livrar-se nem
levantar-se com a força da natureza, nem os judeus poderiam faze-lo com a força
da lei mosaica..." (Dz. 793).
O Concílio Vaticano II no decreto "Ad Gentes" nº 8 declara:
"Somente um ato livre por parte do amor divino poderia restaurar a ordem
sobrenatural, destruída pelo pecado. Se opõe à doutrina católica o pelagianismo,
segundo o qual, o homem tem em sua livre vontade o poder de redimir-se a si
mesmo, e é contrário também ao dogma católico o moderno racionalismo com suas
diversas teorias de 'auto-redenção'".
Sagradas Escrituras:
- Cf. Rm 3,23, como "todos pecaram, todos estão privados da glória de Deus" (graça e
justificação), e agora são justificados gratuitamente por sua graça, pela Redenção de
Jesus Cristo. O pecado, enquanto ação da criatura é finito, mas, enquanto ofensa a
Deus é infinito, portanto exige uma satisfação de valor infinito.

